Não à perseguição imposta pelos Coordenadores do GHC

Por Rudi Caldeira, Diretor Sindical da ASERGHC

A máxima de que “tudo o que está ruim pode piorar” vem se aplicando muito bem no Grupo Hospitalar Conceição. Principalmente no que diz respeito a assédio moral, discriminação e perseguição de funcionários. Chovem reclamações nesse sentido de todas as categorias para o Presidente e demais Diretores de nossa associação, no entanto a mão mais pesada a empunhar o chicote, atualmente, é a da Coordenação da Enfermagem do HNSC, recordista em reclamações.

Entendemos que para qualificar o atendimento é preciso, acima de tudo, contar com a satisfação dos profissionais da saúde, para que possam trabalhar em um ambiente tranquilo e sem pressões desnecessárias. Esses mesmos colegas já estão sobrecarregados pela falta de pessoal e, em muitos setores, suportam uma demanda ainda maior de trabalho. A situação é fruto de um contingenciamento dúbio da Emergência, gerando o “quinto leito”. Além disso, os funcionários ainda tem que lidar com a constante falta de materiais. O esgotamento mental está claro no semblante do dia a dia de nossos colegas. A pressão psicológica vem causando ainda mais doenças do que a sobrecarga.

É preciso dar um basta nesta situação insustentável. Se os Diretores do GHC não concordam com esta política punitiva, assediadora e discriminatória, é melhor que se posicionem imediatamente contra estes métodos intimidatórios. Não se faz liderança através do medo. A Aserghc não se furtará de prestar toda e assistência necessária aos trabalhadores que se sentirem prejudicados. ASSÉDIO É CRIME! DISCRIMINAÇÃO É CRIME! DENUNCIE!

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